Último Slam sem Federer nem Nadal aconteceu há 21 anos; relembre como foi

Último Slam sem Federer nem Nadal aconteceu há 21 anos; relembre como foi
5 de agosto de 2020 Raquete na Mão
Em Vamos Falar de Tênis

 (Foto: Divulgação/Laver Cup)

O US Open 2020 não terá a dupla Fedal em ação. Roger Federer já estava fora por conta dos problemas no joelho, enquanto Rafael Nadal anunciou, nesta semana, que não viajará aos EUA por conta da situação sanitária no país e no mundo em geral. Com isso, uma marca que vinha do século XX será quebrada.

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A última vez em que uma chave principal de Grand Slam não teve os nomes de nenhum dos dois foi também em Nova York, no ano de 1999. Depois disso, o suíço participou de todos os Majors até não disputar Roland Garros em 2016. Porém, de lá para cá, pelo menos um deles sempre esteve em ação. Logo, é o fim de uma marca bastante expressiva.

No US Open de 1999, Federer caiu no quali, para o compatriota Ivo Heuberger (7/6 6/2), enquanto Nadal tinha 13 anos. Sem a dupla, como foi o evento? Vamos a alguns fatos marcantes.

Serena Williams abria sua contagem

Serena Williams conquistou seu primeiro Slam no US Open de 1999 (Foto: Divulgação/USTA)

Se não teve a dupla Fedal, o US Open contou com outra lenda, que já fazia história aos 17 anos de idade. Este torneio marcou o primeiro título de Slam, em simples, da carreira de Serena Williams. Ela superou Martina Hingis na final (6/3 7/6) para chegar ao primeiro troféu de Major.

De quebra, ela foi a vencedora nas duplas, ao lado da irmã Venus Williams. As norte-americanas bateram Chanda Rubin e Sandrine Testud na final, vencendo de virada: 4/6 6/1 6/4.

No masculino, final caseira

Na chave masculina de simples, o título foi decidido em uma final de norte-americanos. Andre Agassi foi o campeão, superando o compatriota Todd Martin em partida de cinco sets. Agassi saiu na frente, mas viu Martin vencer dois tiebreaks seguidos e abrir 2 a 1. Porém, o ex-número 1 aplicou 6/3 e 6/2 para retomar a vantagem e cravar seu segundo, e último, troféu em Nova York.

Nas duplas, o norte-americano Alex O’Brien e o canadense Sebastien Lareau foram os campeões, superando a parceria indiana formada por Mahesh Bhupathi e Leander Paes (7/6 6/4).

Brasileiros no torneio

Gustavo Kuerten chegou a Nova York como cabeça de chave 5. E a campanha foi boa. O catarinense parou nas quartas, perdendo jogo apertado para o francês Cedric Pioline. Guga venceu o primeiro set e depois perdeu três tiebreaks seguidos. De qualquer forma, foi seu melhor desempenho na competição, empatado com 2001, quando também foi às quartas, em ano no qual vinha embalado pelo título em Cincinnati.

Além de Guga, Fernando Meligeni também jogou a chave principal, perdendo na segunda rodada para o tcheco Slava Dosedel. Outros cinco brasileiros (André Sá, Francisco Costa, Daniel Melo, Adriano Ferreira e Paulo Teicher) jogaram o quali, mas não furaram.

Nas duplas, Jaime Oncins, ao lado do argentino Daniel Orsanic, e André Sá, com o venezuelano Maurice Ruah, disputaram a chave, mas caíram na estreia.

Entre as meninas, Vanessa Menga caiu na primeira rodada do quali em simples e na estreia também nas duplas, atuando ao lado da alemã Elena Wagner.

Isso foi, portanto, o que rolou no US Open de 1999, há 21 anos, na última vez que a chave principal masculina não contou com os nomes Roger Federer e Rafael Nadal. Agora, em 2020, a situação se repete, em um contexto bem mais complicado e complexo. A ver o que a história nos reserva.

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